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Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica e Biofísica

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Porquê a Engenharia Biomédica?

A Engenharia Biomédica explora  a fronteira entre a Engenharia e a Medicina. É uma área científica em crescimento que tem um forte impacto na saúde pública e na sociedade. Os Engenheiros Biomédicos trabalham e investigam em colaboração com médicos e profissionais de várias áreas científicas para desenvolver e lidar com equipamentos, software e instrumentos de diagnóstico e terapia.

Porquê Engenharia Biomédica e Biofísica?

A Biofísica explica o funcionamento dos sistemas vivos. Em Ciências acreditamos que, para fazer engenharia, é preciso conhecer a fundo o sistema em causa. Isto motiva a forte componente de Biofísica deste curso.

Porquê Mestrado Integrado?

O MIEBB é um curso acreditado pela A3ES que está desenhado como uma formação integrada com 5 anos de duração, de acordo com as regras de Bolonha. Acreditamos que este figurino é o ideal para a formação de profissionais capazes de se adaptar às exigências do mercado de trabalho e ao ambiente de investigação ao mais alto nível.

Porquê a Universidade de Lisboa?

  • A maior universidade portuguesa e a mais bem cotada nos rankings internacionais (*).
  • Tradição de mais de 100 anos no ensino de Ciências, Engenharia e Medicina.
  • Localização no coração de uma área metropolitana com forte densidade de centros de investigação e empresas.

(*)Rankings ARWU 2015  (Xangai)e CWTS 2015 “size-dependent” (Leiden).

Porquê Ciências?

  • Mais de 20 anos de experiência no ensino de Biofísica e Engenharia Biomédica a nível superior.
  • Corpo docente com formação específica na área do curso.
  • Associação ao Instituto de Biofísica e Engenharia Biomédica, único centro de investigação da região de Lisboa dedicado em exclusivo a estas áreas científicas.
  • O único mestrado integrado em Engenharia Biomédica do país com estágio curricular no final da licenciatura (3º ano).
  • Excelente empregabilidade (*): hospitais e empresas do sector médico, start-ups tecnológicas, consultoria e investigação.
  • Mobilidade dos alunos (mais de 50% dos estágios e teses realizados fora de Portugal).
  • Localização central e acessível.

(*) 94,9% segundo dados do IEFP.

Mais informação no site da FCUL.